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2019

Foram encontradas 601 questões
Exibindo questões de 1 a 100.

Nos meses de verão, os países do sul da Europa apresentam - FGV 2019

Química - 2019

Nos meses de verão, os países do sul da Europa apresentam temperaturas muito elevadas. No mês de julho de 2013, a temperatura no interior de Portugal atingiu o valor mais alto já registrado no país, 47°C.

Uma solução de glicose, C6H12O6, foi preparada para ser - FGV 2019

Química - 2019

Uma solução de glicose, C6H12O6, foi preparada para ser empregada como padrão em uma análise de laboratório. Foram adicionadas 450 mg de glicose em um balão volumétrico com capacidade de 250 mL e foi adicionada água destilada até o traço de aferição do balão.

Questão 119 - FGV 2019

A reação do íon iodeto, I–, com o íon hipoclorito, ClO–, - FGV 2019

Química - 2019

A reação do íon iodeto, I , com o íon hipoclorito, ClO , presente no princípio ativo da água sanitária usada como desinfetante doméstico, ocorre com a formação dos íons cloreto, Cl , e hipoiodito, IO , de acordo com a equação

ClO (aq) + I (aq) → IO (aq) + Cl (aq)

Um estudo cinético para avaliar a velocidade dessa reação foi realizado com três experimentos, e seus dados são mostrados na tabela:

Questão 118 - FGV 2019

Certas pilhas em formato de moeda ou botão, que são usadas - FGV 2019

Química - 2019

Certas pilhas em formato de moeda ou botão, que são usadas em relógios de pulso e em pequenos aparelhos eletrônicos, empregam os metais zinco e prata em seu interior. Uma delas é representada no esquema da figura a seguir, e os potenciais padrão de redução são fornecidos para reações envolvendo os seus componentes.

Questão 117 - FGV 2019

Um aluno de química analisou o rótulo de um produto - FGV 2019

Química - 2019

Um aluno de química analisou o rótulo de um produto empregado na agricultura para estimular a produção de frutos e descreveu seus constituintes com base na classificação periódica, conforme apresentado a seguir:
I. elemento do grupo 15, pertencente ao 3.o período;
II. elemento do quarto período que apresenta o menor valor de energia de ionização;
III. elemento do segundo período que apresenta 3 elétrons na camada de valência.

Em um experimento em laboratório de pesquisa, cinco amostra - FGV 2019

Química - 2019

Considere as substâncias e seus dados apresentados na tabela a seguir.

Questão 115 - FGV 2019

Em condições adequadas, a combustão da amônia resulta em - FGV 2019

Química - 2019

Em condições adequadas, a combustão da amônia resulta em substâncias que não prejudicam o meio ambiente.
4 NH3 (g) + 3 O2(g) → 2 N2 (g) + 6 H2O (g)
Considere as seguintes equações termoquímicas envolvendo a amônia:
4 NH3 (g) + 7 O2(g) → 4 NO2(g) + 6 H2O(g)
ΔH0 = – 1132 kJ
6 NO2 (g) + 8 NH3 (g) → 7 N2(g) + 12 H2O(g)
ΔH0 = – 2740 kJ

Sobre o tipo de ligação dos átomos de carbono na molécula - FGV 2019

Química - 2019

A mandioca contém linamarina em todas as partes da planta. A decomposição da linamarina por enzimas produz o ácido cianídrico (HCN), que é um ácido fraco com constante de ionização (Ka) igual a 5 × 10–10 a 25°C. A fabricação de farinha da mandioca é feita com a prensagem da massa obtida por meio da ralação das raízes descascadas. A água resultante desse processo arrasta a linamarina e os seus produtos de decomposição, podendo causar contaminação do meio ambiente e intoxicação em animais e plantas.

(OLIVEIRA, Suzy Sarzi. Metabolismo da linamarina em reator de digestão anaeróbia com separação de fases. 2003. xiv, 88 f. Tese (doutorado) – Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências Agronômicas, 2003. Disponível em: . Adaptado)

Questão 113 - FGV 2019

Uma solução aquosa a 25°C apresenta concentração de ácido - FGV 2019

Química - 2019

A mandioca contém linamarina em todas as partes da planta. A decomposição da linamarina por enzimas produz o ácido cianídrico (HCN), que é um ácido fraco com constante de ionização (Ka) igual a 5 × 10–10 a 25°C. A fabricação de farinha da mandioca é feita com a prensagem da massa obtida por meio da ralação das raízes descascadas. A água resultante desse processo arrasta a linamarina e os seus produtos de decomposição, podendo causar contaminação do meio ambiente e intoxicação em animais e plantas.

(OLIVEIRA, Suzy Sarzi. Metabolismo da linamarina em reator de digestão anaeróbia com separação de fases. 2003. xiv, 88 f. Tese (doutorado) – Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências Agronômicas, 2003. Disponível em: . Adaptado)

Questão 112 - FGV 2019

A azida de sódio, NaN3, é uma substância empregada em - FGV 2019

Química - 2019

A azida de sódio, NaN3, é uma substância empregada em diversos processos industriais e para propósitos militares na fabricação de explosivos. Quando dissolvida em água, ela se converte em ácido hidrazoico, HN3, que é um ácido fraco, volátil e muito tóxico para o ser humano.
NaN3(aq) + H2O (l) ←→ HN3 (aq) + NaOH (aq)

Operadores de máquinas e trabalhadores que manipulam lâmina - FGV 2019

Química - 2019

Operadores de máquinas e trabalhadores que manipulam lâminas metálicas cortantes ou vidro precisam de equipamento de proteção adequado para as mãos. Para essa finalidade, existem luvas fabricadas com o polímero sintético denominado Kevlar®, que tem resistência mecânica semelhante à do aço.

Questão 110 - FGV 2019

A figura apresenta a curva de decaimento radiativo de uma - FGV 2019

Química - 2019

A figura apresenta a curva de decaimento radiativo de uma amostra de nióbio-95, que decai para molibdênio95.

Questão 109 - FGV 2019

No processo de decaimento do radioisótopo nióbio-95, o tempo decorrido para que a atividade dessa amostra decaia para 25 MBq e o nome das espécies emitidas são

Em uma operação de aluminotermia para produção de liga de - FGV 2019

Química - 2019

O nióbio é um metal de grande importância tecnológica e as suas principais reservas mundiais se localizam no Brasil, na forma do minério pirocloro, constituído de Nb2O5. Em um dos processos de sua metalurgia extrativa, em prega-se a aluminotermia na presença do óxido Fe2O3, resultando numa liga de nióbio e ferro e óxido de alu mínio como subproduto. A reação desse processo é representada na equação:
3 Nb2O5 + Fe2O3 + 12 Al → 6 Nb + 2 Fe + 6 Al 2O3
Na natureza, o nióbio se apresenta na forma do isótopo estável nióbio-93, porém são conhecidos diversos isótopos sintéticos instáveis, que decaem por emissão de radiação. Um deles é o nióbio-95 que decai para o elemento molibdênio-95.

(Sistemas.dnpm.gov.br ; Tecnol. Metal. Mater. Miner., São Paulo, v. 6, n. 4, p. 185-191, abr.-jun. 2010 e G. Audi et al./ Nuclear Physics A 729 (2003) 3–128. Adaptado)

Na reação de aluminotermia com obtenção da liga de nióbio e - FGV 2019

Química - 2019

O nióbio é um metal de grande importância tecnológica e as suas principais reservas mundiais se localizam no Brasil, na forma do minério pirocloro, constituído de Nb2O5. Em um dos processos de sua metalurgia extrativa, em prega-se a aluminotermia na presença do óxido Fe2O3, resultando numa liga de nióbio e ferro e óxido de alu mínio como subproduto. A reação desse processo é representada na equação:
3 Nb2O5 + Fe2O3 + 12 Al → 6 Nb + 2 Fe + 6 Al 2O3
Na natureza, o nióbio se apresenta na forma do isótopo estável nióbio-93, porém são conhecidos diversos isótopos sintéticos instáveis, que decaem por emissão de radiação. Um deles é o nióbio-95 que decai para o elemento molibdênio-95.

(Sistemas.dnpm.gov.br ; Tecnol. Metal. Mater. Miner., São Paulo, v. 6, n. 4, p. 185-191, abr.-jun. 2010 e G. Audi et al./ Nuclear Physics A 729 (2003) 3–128. Adaptado)

A classificação periódica encontra-se no final do caderno - FGV 2019

Química - 2019

As rochas calcárias mais comercializadas no mundo apresentam os minerais calcita e dolomita, que contêm carbonato de cálcio (CaCO3) e carbonato de magnésio (MgCO3). Um outro mineral associado a essas rochas é a ankerita, que é um carbonato misto que apresenta os cátions dos elementos cálcio, magnésio e ferro, Ca2MgFe(CO3)4.

A figura ilustra um fio retilíneo, disposto verticalmente - FGV 2019

Física - 2019

A figura ilustra um fio retilíneo, disposto verticalmente, percorrido por uma corrente elétrica i, dirigida para cima.

Questão 105 - FGV 2019

Um resistor ôhmico, como o do chuveiro elétrico ou da - FGV 2019

Física - 2019

Um resistor ôhmico, como o do chuveiro elétrico ou da torneira elétrica, dissipa uma potência P quando submetido a uma tensão contínua U. Em uma primeira experiência, ele permanece ligado a essa tensão por um intervalo de tempo Δt, sendo percorrido por uma corrente elétrica i, dissipando uma energia elétrica E e uma energia térmica Q.

Na figura, está representada uma linha retilínea de um - FGV 2019

Física - 2019

Na figura, está representada uma linha retilínea de um campo elétrico; A e B são pontos pertencentes a esta linha, e vale a relação VA > VB de seus potenciais elétricos:

–––A–––––––––––––––––––––––––––B–––

Trata-se de um campo elétrico _________________, orientado de ______________, e uma partícula eletrizada_________________ se deslocaria espontaneamente de _________________.

O gráfico seguinte representa a energia cinética máxima - FGV 2019

Física - 2019

O gráfico seguinte representa a energia cinética máxima (Ec) dos elétrons ejetados de uma placa metálica em um processo fotoelétrico, em função da frequência (f) da radiação incidente sobre a placa.

Questão 102 - FGV 2019

Uma lâmpada de filamento, quando acesa, tem seu bulbo - FGV 2019

Física - 2019

Uma lâmpada de filamento, quando acesa, tem seu bulbo bastante aquecido. Imagine-se em uma sala onde a luz emitida por essa lâmpada passa por uma fenda atravessando, em seguida, um prisma de acrílico.

No que diz respeito às grandezas físicas inerentes aos - FGV 2019

Física - 2019

No que diz respeito às grandezas físicas inerentes aos fenômenos térmicos,

Imagine o motor de um automóvel funcionando em marcha - FGV 2019

Física - 2019

Imagine o motor de um automóvel funcionando em marcha lenta.

Um jovem, brincando na piscina de seu clube, resolve soltar - FGV 2019

Física - 2019

Um jovem, brincando na piscina de seu clube, resolve soltar, a partir do repouso, uma pequena bola de borracha, do alto de um trampolim localizado a 5,0 m acima do nível d’água. A densidade da borracha é de 6,0 · 102 kg/m3, e a da água é de 1,0 · 103 kg ̸ m3. A aceleração da gravidade local é de 10 m/s2, o volume da bola é pequeno demais para que o efeito da viscosidade da água sobre ela seja considerado, bem como a resistência do ar.

A figura mostra o esquema de um furgão, de massa M, - FGV 2019

Física - 2019

A figura mostra o esquema de um furgão, de massa M, aproximando-se com velocidade V, de um carro parado, de massa m.

Questão 97 - FGV 2019

Com a evolução tecnológica pela qual passa a humanidade, - FGV 2019

Física - 2019

Com a evolução tecnológica pela qual passa a humanidade, não está muito longe o dia em que um observador viajará pelo espaço sideral a uma velocidade do tipo c/3,

O trabalho realizado pela força resultante sobre o conjunto - FGV 2019

Física - 2019

Um velódromo de formato circular tem pista de raio 25 m. Determinado ciclista, cuja massa mais a da bicicleta somam 70 kg, tem anotadas as velocidades desenvolvidas durante um treinamento. O gráfico dessas velocidades, em função do tempo, é o da figura.

Questão 95 - FGV 2019
Considere π ≅ 3.

A intensidade da força resultante média atuante sobre o - FGV 2019

Física - 2019

Um velódromo de formato circular tem pista de raio 25 m. Determinado ciclista, cuja massa mais a da bicicleta somam 70 kg, tem anotadas as velocidades desenvolvidas durante um treinamento. O gráfico dessas velocidades, em função do tempo, é o da figura.

Questão 94 - FGV 2019
Considere π ≅ 3.

As rodas da bicicleta têm 60 cm de diâmetro e rolam pela - FGV 2019

Física - 2019

Um velódromo de formato circular tem pista de raio 25 m. Determinado ciclista, cuja massa mais a da bicicleta somam 70 kg, tem anotadas as velocidades desenvolvidas durante um treinamento. O gráfico dessas velocidades, em função do tempo, é o da figura.

Questão 93 - FGV 2019
Considere π ≅ 3.

O número de voltas, em torno da pista, efetuadas pelo - FGV 2019

Física - 2019

Um velódromo de formato circular tem pista de raio 25 m. Determinado ciclista, cuja massa mais a da bicicleta somam 70 kg, tem anotadas as velocidades desenvolvidas durante um treinamento. O gráfico dessas velocidades, em função do tempo, é o da figura.

Questão 92 - FGV 2019
Considere π ≅ 3.

O relógio da figura tem três ponteiros; o ponteiro dos - FGV 2019

Física - 2019

O relógio da figura tem três ponteiros; o ponteiro dos segundos é o vermelho (mais fino).

Questão 91 - FGV 2019

A figura mostra a distribuição dos íons Na+ e K+ - FGV 2020

Biologia - 2019

A figura mostra a distribuição dos íons Na+ e K+ na membrana plasmática de um neurônio, mediante estímulo externo, em três diferentes momentos que se sucedem.

Questão 35 - FGV 2020

A divulgação dos dados econômicos relativos junho permite - FGV 2019

Língua Portuguesa - 2019

A divulgação dos dados econômicos relativos junho permite afirmar que ficaram para trás os efeitos diretos da greve dos caminhoneiros a atividade e a inflação. Em vários setores, como comércio, serviços e indústria, as perdas decorrentes da paralisação, em maio, foram quase inteiramente recuperadas. Do mesmo modo, as variações nos preços de alimentos voltaram normalidade. O risco de novas quedas não está afastado, porém, dado que o ambiente financeiro permanece tensão desde o segundo trimestre. começar pelos juros, que estão em alta.

Já fazem dez anos que a crise financeira se espalhou pelo m - FGV 2019

Língua Portuguesa - 2019

A marca de dez anos da falência do banco americano Lehman Brothers, evento catalisador da crise financeira que então se espalhava pelo mundo, suscita oportuno debate a respeito de seu legado e da capacidade da economia global para lidar com novos choques.
Do lado positivo, o sistema bancário se mostra mais sólido do que antes. Regulação apertada e maior exigência de capital para o funcionamento das instituições reduzem o risco de novo colapso.
Mas a sombra da crise continua a se projetar, mesmo uma década depois, quando se tem em conta que a maioria dos 24 países onde houve problemas ainda não retornou à tendência anterior de crescimento da renda, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI).
De modo geral, mesmo nos países ricos, governos em situação financeira mais frágil terão menos espaço para atuar num novo socorro ao setor privado.
Mesmo a estabilidade bancária duramente conquistada pode se mostrar algo ilusória, afinal, na medida em que inovações tecnológicas e a entrada de inéditos participantes no mercado trazem desafios novos para a regulação.
O prognóstico de cooperação internacional numa eventual nova crise tampouco se mostra animador. Se em 2009 houve alinhamento no âmbito do G20, com participação dos países em desenvolvimento, o momento atual é distinto. A competição geopolítica entre EUA e China é um dos fatores a dificultar uma ação coordenada.
Já o Brasil, dez anos depois, ainda se apresenta incapaz de retomar a expansão econômica sustentada. Ao próximo governo, que não pode contar com os ventos favoráveis do quadro externo, só restará a opção de estabilizar sua dívida e recuperar a confiança doméstica.

(Editorial. Folha de S.Paulo. 10.09.2018. Adaptado)

No período – Ao próximo governo, [...] só restará a opção - FGV 2019

Língua Portuguesa - 2019

A marca de dez anos da falência do banco americano Lehman Brothers, evento catalisador da crise financeira que então se espalhava pelo mundo, suscita oportuno debate a respeito de seu legado e da capacidade da economia global para lidar com novos choques.
Do lado positivo, o sistema bancário se mostra mais sólido do que antes. Regulação apertada e maior exigência de capital para o funcionamento das instituições reduzem o risco de novo colapso.
Mas a sombra da crise continua a se projetar, mesmo uma década depois, quando se tem em conta que a maioria dos 24 países onde houve problemas ainda não retornou à tendência anterior de crescimento da renda, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI).
De modo geral, mesmo nos países ricos, governos em situação financeira mais frágil terão menos espaço para atuar num novo socorro ao setor privado.
Mesmo a estabilidade bancária duramente conquistada pode se mostrar algo ilusória, afinal, na medida em que inovações tecnológicas e a entrada de inéditos participantes no mercado trazem desafios novos para a regulação.
O prognóstico de cooperação internacional numa eventual nova crise tampouco se mostra animador. Se em 2009 houve alinhamento no âmbito do G20, com participação dos países em desenvolvimento, o momento atual é distinto. A competição geopolítica entre EUA e China é um dos fatores a dificultar uma ação coordenada.
Já o Brasil, dez anos depois, ainda se apresenta incapaz de retomar a expansão econômica sustentada. Ao próximo governo, que não pode contar com os ventos favoráveis do quadro externo, só restará a opção de estabilizar sua dívida e recuperar a confiança doméstica.

(Editorial. Folha de S.Paulo. 10.09.2018. Adaptado)

Na passagem do último parágrafo – ... que não pode contar - FGV 2019

Língua Portuguesa - 2019

A marca de dez anos da falência do banco americano Lehman Brothers, evento catalisador da crise financeira que então se espalhava pelo mundo, suscita oportuno debate a respeito de seu legado e da capacidade da economia global para lidar com novos choques.
Do lado positivo, o sistema bancário se mostra mais sólido do que antes. Regulação apertada e maior exigência de capital para o funcionamento das instituições reduzem o risco de novo colapso.
Mas a sombra da crise continua a se projetar, mesmo uma década depois, quando se tem em conta que a maioria dos 24 países onde houve problemas ainda não retornou à tendência anterior de crescimento da renda, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI).
De modo geral, mesmo nos países ricos, governos em situação financeira mais frágil terão menos espaço para atuar num novo socorro ao setor privado.
Mesmo a estabilidade bancária duramente conquistada pode se mostrar algo ilusória, afinal, na medida em que inovações tecnológicas e a entrada de inéditos participantes no mercado trazem desafios novos para a regulação.
O prognóstico de cooperação internacional numa eventual nova crise tampouco se mostra animador. Se em 2009 houve alinhamento no âmbito do G20, com participação dos países em desenvolvimento, o momento atual é distinto. A competição geopolítica entre EUA e China é um dos fatores a dificultar uma ação coordenada.
Já o Brasil, dez anos depois, ainda se apresenta incapaz de retomar a expansão econômica sustentada. Ao próximo governo, que não pode contar com os ventos favoráveis do quadro externo, só restará a opção de estabilizar sua dívida e recuperar a confiança doméstica.

(Editorial. Folha de S.Paulo. 10.09.2018. Adaptado)

Na análise que faz da conjuntura política e econômica nos - FGV 2019

Língua Portuguesa - 2019

A marca de dez anos da falência do banco americano Lehman Brothers, evento catalisador da crise financeira que então se espalhava pelo mundo, suscita oportuno debate a respeito de seu legado e da capacidade da economia global para lidar com novos choques.
Do lado positivo, o sistema bancário se mostra mais sólido do que antes. Regulação apertada e maior exigência de capital para o funcionamento das instituições reduzem o risco de novo colapso.
Mas a sombra da crise continua a se projetar, mesmo uma década depois, quando se tem em conta que a maioria dos 24 países onde houve problemas ainda não retornou à tendência anterior de crescimento da renda, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI).
De modo geral, mesmo nos países ricos, governos em situação financeira mais frágil terão menos espaço para atuar num novo socorro ao setor privado.
Mesmo a estabilidade bancária duramente conquistada pode se mostrar algo ilusória, afinal, na medida em que inovações tecnológicas e a entrada de inéditos participantes no mercado trazem desafios novos para a regulação.
O prognóstico de cooperação internacional numa eventual nova crise tampouco se mostra animador. Se em 2009 houve alinhamento no âmbito do G20, com participação dos países em desenvolvimento, o momento atual é distinto. A competição geopolítica entre EUA e China é um dos fatores a dificultar uma ação coordenada.
Já o Brasil, dez anos depois, ainda se apresenta incapaz de retomar a expansão econômica sustentada. Ao próximo governo, que não pode contar com os ventos favoráveis do quadro externo, só restará a opção de estabilizar sua dívida e recuperar a confiança doméstica.

(Editorial. Folha de S.Paulo. 10.09.2018. Adaptado)

Artistas do hip-hop estadunidense costumam incorporar ____ - FGV 2019

Língua Portuguesa - 2019

Artistas do hip-hop estadunidense costumam incorporar ________ seus shows elementos altamente tecnológicos. É o que faz o rapper Drake, com o uso de drones no palco durante seu single Elevate. A empresa de drones está satisfeita _________ uso de seus dispositivos aéreos nos shows do rapper: “Drake é o melhor __________ podemos chegar”, disse Raffaello D’Andrea, fundador da Verity. Um concerto ao ar livre representa desafios para o voo dos drones devido _________ intempéries climáticas e restrições de espaço, além do público. O mau funcionamento poderia ocasionar a queda dos drones na multidão, de forma que foi decidido que os dispositivos voadores ficassem apenas na região próxima _________ palco, em volta do artista.

Mantendo-se o sentido da fala do personagem e empregando-se - FGV 2019

Língua Portuguesa - 2019

Leia a charge

Questão 129 - FGV 2019

No trecho do terceiro parágrafo – ... para quaisquer - FGV 2019

Língua Portuguesa - 2019

No trecho do terceiro parágrafo – ... para quaisquer lugares onde o não mate o elemento primordial da vida. –, a figura de linguagem que se constitui na expressão destacada é

Considere as passagens: • No outro dia, outra. (2o - FGV 2019

Língua Portuguesa - 2019

Leia o texto

O sertanejo, assoberbado de reveses, dobra-se, afinal. Passa, certo dia, à sua porta, a primeira turma de “retirantes”. Vê-a, assombrado, atravessar o terreiro, miseranda, desaparecendo adiante numa nuvem de poeira, na curva do caminho... No outro dia, outra. E outras. É o sertão que se esvazia.
Não resiste mais. Amatula-se num daqueles bandos, que lá se vão caminho em fora, debruando de ossadas as veredas, e lá se vai ele no êxodo penosíssimo para a costa, para as serras distantes, para quaisquer lugares onde o não mate o elemento primordial da vida. Atinge-os. Salva-se.
Passam-se meses. Acaba-se o flagelo. Ei-lo de volta. Vence-o saudade do sertão. Remigra. E torna feliz, revigorado, cantando; esquecido de infortúnios, buscando as mesmas horas passageiras da ventura perdidiça e instável, os mesmos dias longos de transes e provações demoradas.

(Euclides da Cunha. Os Sertões)

Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de - FGV 2019

Língua Portuguesa - 2019

Leia o texto

O sertanejo, assoberbado de reveses, dobra-se, afinal. Passa, certo dia, à sua porta, a primeira turma de “retirantes”. Vê-a, assombrado, atravessar o terreiro, miseranda, desaparecendo adiante numa nuvem de poeira, na curva do caminho... No outro dia, outra. E outras. É o sertão que se esvazia.
Não resiste mais. Amatula-se num daqueles bandos, que lá se vão caminho em fora, debruando de ossadas as veredas, e lá se vai ele no êxodo penosíssimo para a costa, para as serras distantes, para quaisquer lugares onde o não mate o elemento primordial da vida. Atinge-os. Salva-se.
Passam-se meses. Acaba-se o flagelo. Ei-lo de volta. Vence-o saudade do sertão. Remigra. E torna feliz, revigorado, cantando; esquecido de infortúnios, buscando as mesmas horas passageiras da ventura perdidiça e instável, os mesmos dias longos de transes e provações demoradas.

(Euclides da Cunha. Os Sertões)

Considere as passagens: • Vê-a, assombrado, atravessar o - FGV 2019

Língua Portuguesa - 2019

Leia o texto

O sertanejo, assoberbado de reveses, dobra-se, afinal. Passa, certo dia, à sua porta, a primeira turma de “retirantes”. Vê-a, assombrado, atravessar o terreiro, miseranda, desaparecendo adiante numa nuvem de poeira, na curva do caminho... No outro dia, outra. E outras. É o sertão que se esvazia.
Não resiste mais. Amatula-se num daqueles bandos, que lá se vão caminho em fora, debruando de ossadas as veredas, e lá se vai ele no êxodo penosíssimo para a costa, para as serras distantes, para quaisquer lugares onde o não mate o elemento primordial da vida. Atinge-os. Salva-se.
Passam-se meses. Acaba-se o flagelo. Ei-lo de volta. Vence-o saudade do sertão. Remigra. E torna feliz, revigorado, cantando; esquecido de infortúnios, buscando as mesmas horas passageiras da ventura perdidiça e instável, os mesmos dias longos de transes e provações demoradas.

(Euclides da Cunha. Os Sertões)

Com as passagens “lá se vão caminho em fora, debruando de - FGV 2019

Língua Portuguesa - 2019

Leia o texto

O sertanejo, assoberbado de reveses, dobra-se, afinal. Passa, certo dia, à sua porta, a primeira turma de “retirantes”. Vê-a, assombrado, atravessar o terreiro, miseranda, desaparecendo adiante numa nuvem de poeira, na curva do caminho... No outro dia, outra. E outras. É o sertão que se esvazia.
Não resiste mais. Amatula-se num daqueles bandos, que lá se vão caminho em fora, debruando de ossadas as veredas, e lá se vai ele no êxodo penosíssimo para a costa, para as serras distantes, para quaisquer lugares onde o não mate o elemento primordial da vida. Atinge-os. Salva-se.
Passam-se meses. Acaba-se o flagelo. Ei-lo de volta. Vence-o saudade do sertão. Remigra. E torna feliz, revigorado, cantando; esquecido de infortúnios, buscando as mesmas horas passageiras da ventura perdidiça e instável, os mesmos dias longos de transes e provações demoradas.

(Euclides da Cunha. Os Sertões)

As informações da narrativa permitem concluir que a) - FGV 2019

Língua Portuguesa - 2019

Leia o texto

O sertanejo, assoberbado de reveses, dobra-se, afinal. Passa, certo dia, à sua porta, a primeira turma de “retirantes”. Vê-a, assombrado, atravessar o terreiro, miseranda, desaparecendo adiante numa nuvem de poeira, na curva do caminho... No outro dia, outra. E outras. É o sertão que se esvazia.
Não resiste mais. Amatula-se num daqueles bandos, que lá se vão caminho em fora, debruando de ossadas as veredas, e lá se vai ele no êxodo penosíssimo para a costa, para as serras distantes, para quaisquer lugares onde o não mate o elemento primordial da vida. Atinge-os. Salva-se.
Passam-se meses. Acaba-se o flagelo. Ei-lo de volta. Vence-o saudade do sertão. Remigra. E torna feliz, revigorado, cantando; esquecido de infortúnios, buscando as mesmas horas passageiras da ventura perdidiça e instável, os mesmos dias longos de transes e provações demoradas.

(Euclides da Cunha. Os Sertões)

No primeiro quadrinho, observam-se as expressões “um - FGV 2019

Língua Portuguesa - 2019

Questão 122 - FGV 2019

Em conformidade com a norma ortográfica do português, as - FGV 2019

Língua Portuguesa - 2019

Questão 121 - FGV 2019

In the excerpt from Walter Scheidel’s third answer “gains - FGV 2019

Inglês - 2019

How to fix inequality

Questão 76 - FGV 2019

Introduction
In an age of widening inequality, the Stanford professor Walter Scheidel believes he has cracked the code on how to overcome it in his book “The Great Leveler”. The Economist’s Open Future initiative asked Mr Scheidel to reply to a number of questions.
1. The Economist: Is society incapable of tackling income inequality peacefully?
Walter Scheidel: No, but history shows that there are limits. There is a big difference between maintaining existing arrangements that successfully check inequality — Scandinavia is a good example — and significantly reducing it. The latter requires real change and that is always much harder to do: think of America or Britain, not to mention Brazil, China or India. The modern welfare state does a reasonably good job of compensating for inequality before taxes and transfers. However, for more substantial levelling to occur, the established order needs to be shaken up: the greater the shock to the system, the easier it becomes to reduce privilege at the top.
2. The Economist: Are we really living in an implacable period of wealth inequality — or was the relatively equal society that followed the Second World War the real aberration?
Walter Scheidel: When we view history over the long run, we can see that this experience was certainly a novelty. We now know that modernisation as such does not reliably reduce inequality. Many things had to come together to make this happen, such as very high income and estate taxes, strong labour unions, and intrusive regulations and controls. Since the 1980s, liberalisation and globalisation have allowed inequality to rise again. Even so, wealth concentration in Europe is nowhere near as high as it was a century ago. Like Europe, America, meanwhile, is getting there — which shows that it all depends on where you look.
3. The Economist: How do artificial intelligence and automation fit in to your thinking? Will they be a calamity for employment and thus for equality? Or might they unleash extraordinary productivity and improvements in living standards that actually narrow inequality?
Walter Scheidel: Ideally, we would like education to keep up with technological change to make sure workers have the skills they need to face this challenge. But in practice, there will always be losers, and even basic-income schemes can take us only so far. At the end of the day, someone owns the robots. As long as the capitalist world system is in place, it is hard to see how even huge productivity gains from greater automation would benefit society evenly instead of funnelling even more income and wealth to those who are in the best position to pocket these gains.

(The Economist. http://bit.do/eysic. Adaptado)

In the excerpt from Walter Scheidel’s third answer “As long - FGV 2019

Inglês - 2019

How to fix inequality

Questão 76 - FGV 2019

Introduction
In an age of widening inequality, the Stanford professor Walter Scheidel believes he has cracked the code on how to overcome it in his book “The Great Leveler”. The Economist’s Open Future initiative asked Mr Scheidel to reply to a number of questions.
1. The Economist: Is society incapable of tackling income inequality peacefully?
Walter Scheidel: No, but history shows that there are limits. There is a big difference between maintaining existing arrangements that successfully check inequality — Scandinavia is a good example — and significantly reducing it. The latter requires real change and that is always much harder to do: think of America or Britain, not to mention Brazil, China or India. The modern welfare state does a reasonably good job of compensating for inequality before taxes and transfers. However, for more substantial levelling to occur, the established order needs to be shaken up: the greater the shock to the system, the easier it becomes to reduce privilege at the top.
2. The Economist: Are we really living in an implacable period of wealth inequality — or was the relatively equal society that followed the Second World War the real aberration?
Walter Scheidel: When we view history over the long run, we can see that this experience was certainly a novelty. We now know that modernisation as such does not reliably reduce inequality. Many things had to come together to make this happen, such as very high income and estate taxes, strong labour unions, and intrusive regulations and controls. Since the 1980s, liberalisation and globalisation have allowed inequality to rise again. Even so, wealth concentration in Europe is nowhere near as high as it was a century ago. Like Europe, America, meanwhile, is getting there — which shows that it all depends on where you look.
3. The Economist: How do artificial intelligence and automation fit in to your thinking? Will they be a calamity for employment and thus for equality? Or might they unleash extraordinary productivity and improvements in living standards that actually narrow inequality?
Walter Scheidel: Ideally, we would like education to keep up with technological change to make sure workers have the skills they need to face this challenge. But in practice, there will always be losers, and even basic-income schemes can take us only so far. At the end of the day, someone owns the robots. As long as the capitalist world system is in place, it is hard to see how even huge productivity gains from greater automation would benefit society evenly instead of funnelling even more income and wealth to those who are in the best position to pocket these gains.

(The Economist. http://bit.do/eysic. Adaptado)

In his third answer, Walter Scheidel states that a) - FGV 2019

Inglês - 2019

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Introduction
In an age of widening inequality, the Stanford professor Walter Scheidel believes he has cracked the code on how to overcome it in his book “The Great Leveler”. The Economist’s Open Future initiative asked Mr Scheidel to reply to a number of questions.
1. The Economist: Is society incapable of tackling income inequality peacefully?
Walter Scheidel: No, but history shows that there are limits. There is a big difference between maintaining existing arrangements that successfully check inequality — Scandinavia is a good example — and significantly reducing it. The latter requires real change and that is always much harder to do: think of America or Britain, not to mention Brazil, China or India. The modern welfare state does a reasonably good job of compensating for inequality before taxes and transfers. However, for more substantial levelling to occur, the established order needs to be shaken up: the greater the shock to the system, the easier it becomes to reduce privilege at the top.
2. The Economist: Are we really living in an implacable period of wealth inequality — or was the relatively equal society that followed the Second World War the real aberration?
Walter Scheidel: When we view history over the long run, we can see that this experience was certainly a novelty. We now know that modernisation as such does not reliably reduce inequality. Many things had to come together to make this happen, such as very high income and estate taxes, strong labour unions, and intrusive regulations and controls. Since the 1980s, liberalisation and globalisation have allowed inequality to rise again. Even so, wealth concentration in Europe is nowhere near as high as it was a century ago. Like Europe, America, meanwhile, is getting there — which shows that it all depends on where you look.
3. The Economist: How do artificial intelligence and automation fit in to your thinking? Will they be a calamity for employment and thus for equality? Or might they unleash extraordinary productivity and improvements in living standards that actually narrow inequality?
Walter Scheidel: Ideally, we would like education to keep up with technological change to make sure workers have the skills they need to face this challenge. But in practice, there will always be losers, and even basic-income schemes can take us only so far. At the end of the day, someone owns the robots. As long as the capitalist world system is in place, it is hard to see how even huge productivity gains from greater automation would benefit society evenly instead of funnelling even more income and wealth to those who are in the best position to pocket these gains.

(The Economist. http://bit.do/eysic. Adaptado)

In living standards that actually narrow inequality?”, the - FGV 2019

Inglês - 2019

In the excerpt from the third question made by The Economist “Or might they unleash extraordinary productivity and improvements in living standards that actually narrow inequality?”, the word in bold can be correctly replaced, without meaning change, by

In the excerpt from the third question made by The Economis - FGV 2019

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Introduction
In an age of widening inequality, the Stanford professor Walter Scheidel believes he has cracked the code on how to overcome it in his book “The Great Leveler”. The Economist’s Open Future initiative asked Mr Scheidel to reply to a number of questions.
1. The Economist: Is society incapable of tackling income inequality peacefully?
Walter Scheidel: No, but history shows that there are limits. There is a big difference between maintaining existing arrangements that successfully check inequality — Scandinavia is a good example — and significantly reducing it. The latter requires real change and that is always much harder to do: think of America or Britain, not to mention Brazil, China or India. The modern welfare state does a reasonably good job of compensating for inequality before taxes and transfers. However, for more substantial levelling to occur, the established order needs to be shaken up: the greater the shock to the system, the easier it becomes to reduce privilege at the top.
2. The Economist: Are we really living in an implacable period of wealth inequality — or was the relatively equal society that followed the Second World War the real aberration?
Walter Scheidel: When we view history over the long run, we can see that this experience was certainly a novelty. We now know that modernisation as such does not reliably reduce inequality. Many things had to come together to make this happen, such as very high income and estate taxes, strong labour unions, and intrusive regulations and controls. Since the 1980s, liberalisation and globalisation have allowed inequality to rise again. Even so, wealth concentration in Europe is nowhere near as high as it was a century ago. Like Europe, America, meanwhile, is getting there — which shows that it all depends on where you look.
3. The Economist: How do artificial intelligence and automation fit in to your thinking? Will they be a calamity for employment and thus for equality? Or might they unleash extraordinary productivity and improvements in living standards that actually narrow inequality?
Walter Scheidel: Ideally, we would like education to keep up with technological change to make sure workers have the skills they need to face this challenge. But in practice, there will always be losers, and even basic-income schemes can take us only so far. At the end of the day, someone owns the robots. As long as the capitalist world system is in place, it is hard to see how even huge productivity gains from greater automation would benefit society evenly instead of funnelling even more income and wealth to those who are in the best position to pocket these gains.

(The Economist. http://bit.do/eysic. Adaptado)

The excerpt from Walter Scheidel’s second answer “Like - FGV 2019

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Introduction
In an age of widening inequality, the Stanford professor Walter Scheidel believes he has cracked the code on how to overcome it in his book “The Great Leveler”. The Economist’s Open Future initiative asked Mr Scheidel to reply to a number of questions.
1. The Economist: Is society incapable of tackling income inequality peacefully?
Walter Scheidel: No, but history shows that there are limits. There is a big difference between maintaining existing arrangements that successfully check inequality — Scandinavia is a good example — and significantly reducing it. The latter requires real change and that is always much harder to do: think of America or Britain, not to mention Brazil, China or India. The modern welfare state does a reasonably good job of compensating for inequality before taxes and transfers. However, for more substantial levelling to occur, the established order needs to be shaken up: the greater the shock to the system, the easier it becomes to reduce privilege at the top.
2. The Economist: Are we really living in an implacable period of wealth inequality — or was the relatively equal society that followed the Second World War the real aberration?
Walter Scheidel: When we view history over the long run, we can see that this experience was certainly a novelty. We now know that modernisation as such does not reliably reduce inequality. Many things had to come together to make this happen, such as very high income and estate taxes, strong labour unions, and intrusive regulations and controls. Since the 1980s, liberalisation and globalisation have allowed inequality to rise again. Even so, wealth concentration in Europe is nowhere near as high as it was a century ago. Like Europe, America, meanwhile, is getting there — which shows that it all depends on where you look.
3. The Economist: How do artificial intelligence and automation fit in to your thinking? Will they be a calamity for employment and thus for equality? Or might they unleash extraordinary productivity and improvements in living standards that actually narrow inequality?
Walter Scheidel: Ideally, we would like education to keep up with technological change to make sure workers have the skills they need to face this challenge. But in practice, there will always be losers, and even basic-income schemes can take us only so far. At the end of the day, someone owns the robots. As long as the capitalist world system is in place, it is hard to see how even huge productivity gains from greater automation would benefit society evenly instead of funnelling even more income and wealth to those who are in the best position to pocket these gains.

(The Economist. http://bit.do/eysic. Adaptado)

The excerpt from Walter Scheidel’s second answer “Even so, - FGV 2019

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Introduction
In an age of widening inequality, the Stanford professor Walter Scheidel believes he has cracked the code on how to overcome it in his book “The Great Leveler”. The Economist’s Open Future initiative asked Mr Scheidel to reply to a number of questions.
1. The Economist: Is society incapable of tackling income inequality peacefully?
Walter Scheidel: No, but history shows that there are limits. There is a big difference between maintaining existing arrangements that successfully check inequality — Scandinavia is a good example — and significantly reducing it. The latter requires real change and that is always much harder to do: think of America or Britain, not to mention Brazil, China or India. The modern welfare state does a reasonably good job of compensating for inequality before taxes and transfers. However, for more substantial levelling to occur, the established order needs to be shaken up: the greater the shock to the system, the easier it becomes to reduce privilege at the top.
2. The Economist: Are we really living in an implacable period of wealth inequality — or was the relatively equal society that followed the Second World War the real aberration?
Walter Scheidel: When we view history over the long run, we can see that this experience was certainly a novelty. We now know that modernisation as such does not reliably reduce inequality. Many things had to come together to make this happen, such as very high income and estate taxes, strong labour unions, and intrusive regulations and controls. Since the 1980s, liberalisation and globalisation have allowed inequality to rise again. Even so, wealth concentration in Europe is nowhere near as high as it was a century ago. Like Europe, America, meanwhile, is getting there — which shows that it all depends on where you look.
3. The Economist: How do artificial intelligence and automation fit in to your thinking? Will they be a calamity for employment and thus for equality? Or might they unleash extraordinary productivity and improvements in living standards that actually narrow inequality?
Walter Scheidel: Ideally, we would like education to keep up with technological change to make sure workers have the skills they need to face this challenge. But in practice, there will always be losers, and even basic-income schemes can take us only so far. At the end of the day, someone owns the robots. As long as the capitalist world system is in place, it is hard to see how even huge productivity gains from greater automation would benefit society evenly instead of funnelling even more income and wealth to those who are in the best position to pocket these gains.

(The Economist. http://bit.do/eysic. Adaptado)

In the excerpt from Walter Scheidel’s second answer “Many - FGV 2019

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Introduction
In an age of widening inequality, the Stanford professor Walter Scheidel believes he has cracked the code on how to overcome it in his book “The Great Leveler”. The Economist’s Open Future initiative asked Mr Scheidel to reply to a number of questions.
1. The Economist: Is society incapable of tackling income inequality peacefully?
Walter Scheidel: No, but history shows that there are limits. There is a big difference between maintaining existing arrangements that successfully check inequality — Scandinavia is a good example — and significantly reducing it. The latter requires real change and that is always much harder to do: think of America or Britain, not to mention Brazil, China or India. The modern welfare state does a reasonably good job of compensating for inequality before taxes and transfers. However, for more substantial levelling to occur, the established order needs to be shaken up: the greater the shock to the system, the easier it becomes to reduce privilege at the top.
2. The Economist: Are we really living in an implacable period of wealth inequality — or was the relatively equal society that followed the Second World War the real aberration?
Walter Scheidel: When we view history over the long run, we can see that this experience was certainly a novelty. We now know that modernisation as such does not reliably reduce inequality. Many things had to come together to make this happen, such as very high income and estate taxes, strong labour unions, and intrusive regulations and controls. Since the 1980s, liberalisation and globalisation have allowed inequality to rise again. Even so, wealth concentration in Europe is nowhere near as high as it was a century ago. Like Europe, America, meanwhile, is getting there — which shows that it all depends on where you look.
3. The Economist: How do artificial intelligence and automation fit in to your thinking? Will they be a calamity for employment and thus for equality? Or might they unleash extraordinary productivity and improvements in living standards that actually narrow inequality?
Walter Scheidel: Ideally, we would like education to keep up with technological change to make sure workers have the skills they need to face this challenge. But in practice, there will always be losers, and even basic-income schemes can take us only so far. At the end of the day, someone owns the robots. As long as the capitalist world system is in place, it is hard to see how even huge productivity gains from greater automation would benefit society evenly instead of funnelling even more income and wealth to those who are in the best position to pocket these gains.

(The Economist. http://bit.do/eysic. Adaptado)

The second questions made by The Economist assume that a) - FGV 2019

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Introduction
In an age of widening inequality, the Stanford professor Walter Scheidel believes he has cracked the code on how to overcome it in his book “The Great Leveler”. The Economist’s Open Future initiative asked Mr Scheidel to reply to a number of questions.
1. The Economist: Is society incapable of tackling income inequality peacefully?
Walter Scheidel: No, but history shows that there are limits. There is a big difference between maintaining existing arrangements that successfully check inequality — Scandinavia is a good example — and significantly reducing it. The latter requires real change and that is always much harder to do: think of America or Britain, not to mention Brazil, China or India. The modern welfare state does a reasonably good job of compensating for inequality before taxes and transfers. However, for more substantial levelling to occur, the established order needs to be shaken up: the greater the shock to the system, the easier it becomes to reduce privilege at the top.
2. The Economist: Are we really living in an implacable period of wealth inequality — or was the relatively equal society that followed the Second World War the real aberration?
Walter Scheidel: When we view history over the long run, we can see that this experience was certainly a novelty. We now know that modernisation as such does not reliably reduce inequality. Many things had to come together to make this happen, such as very high income and estate taxes, strong labour unions, and intrusive regulations and controls. Since the 1980s, liberalisation and globalisation have allowed inequality to rise again. Even so, wealth concentration in Europe is nowhere near as high as it was a century ago. Like Europe, America, meanwhile, is getting there — which shows that it all depends on where you look.
3. The Economist: How do artificial intelligence and automation fit in to your thinking? Will they be a calamity for employment and thus for equality? Or might they unleash extraordinary productivity and improvements in living standards that actually narrow inequality?
Walter Scheidel: Ideally, we would like education to keep up with technological change to make sure workers have the skills they need to face this challenge. But in practice, there will always be losers, and even basic-income schemes can take us only so far. At the end of the day, someone owns the robots. As long as the capitalist world system is in place, it is hard to see how even huge productivity gains from greater automation would benefit society evenly instead of funnelling even more income and wealth to those who are in the best position to pocket these gains.

(The Economist. http://bit.do/eysic. Adaptado)

N the excerpt from Walter Scheidel’s first answer “However, - FGV 2019

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Introduction
In an age of widening inequality, the Stanford professor Walter Scheidel believes he has cracked the code on how to overcome it in his book “The Great Leveler”. The Economist’s Open Future initiative asked Mr Scheidel to reply to a number of questions.
1. The Economist: Is society incapable of tackling income inequality peacefully?
Walter Scheidel: No, but history shows that there are limits. There is a big difference between maintaining existing arrangements that successfully check inequality — Scandinavia is a good example — and significantly reducing it. The latter requires real change and that is always much harder to do: think of America or Britain, not to mention Brazil, China or India. The modern welfare state does a reasonably good job of compensating for inequality before taxes and transfers. However, for more substantial levelling to occur, the established order needs to be shaken up: the greater the shock to the system, the easier it becomes to reduce privilege at the top.
2. The Economist: Are we really living in an implacable period of wealth inequality — or was the relatively equal society that followed the Second World War the real aberration?
Walter Scheidel: When we view history over the long run, we can see that this experience was certainly a novelty. We now know that modernisation as such does not reliably reduce inequality. Many things had to come together to make this happen, such as very high income and estate taxes, strong labour unions, and intrusive regulations and controls. Since the 1980s, liberalisation and globalisation have allowed inequality to rise again. Even so, wealth concentration in Europe is nowhere near as high as it was a century ago. Like Europe, America, meanwhile, is getting there — which shows that it all depends on where you look.
3. The Economist: How do artificial intelligence and automation fit in to your thinking? Will they be a calamity for employment and thus for equality? Or might they unleash extraordinary productivity and improvements in living standards that actually narrow inequality?
Walter Scheidel: Ideally, we would like education to keep up with technological change to make sure workers have the skills they need to face this challenge. But in practice, there will always be losers, and even basic-income schemes can take us only so far. At the end of the day, someone owns the robots. As long as the capitalist world system is in place, it is hard to see how even huge productivity gains from greater automation would benefit society evenly instead of funnelling even more income and wealth to those who are in the best position to pocket these gains.

(The Economist. http://bit.do/eysic. Adaptado)

In the excerpt from Walter Scheidel’s first answer “The lat - FGV 2019

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Introduction
In an age of widening inequality, the Stanford professor Walter Scheidel believes he has cracked the code on how to overcome it in his book “The Great Leveler”. The Economist’s Open Future initiative asked Mr Scheidel to reply to a number of questions.
1. The Economist: Is society incapable of tackling income inequality peacefully?
Walter Scheidel: No, but history shows that there are limits. There is a big difference between maintaining existing arrangements that successfully check inequality — Scandinavia is a good example — and significantly reducing it. The latter requires real change and that is always much harder to do: think of America or Britain, not to mention Brazil, China or India. The modern welfare state does a reasonably good job of compensating for inequality before taxes and transfers. However, for more substantial levelling to occur, the established order needs to be shaken up: the greater the shock to the system, the easier it becomes to reduce privilege at the top.
2. The Economist: Are we really living in an implacable period of wealth inequality — or was the relatively equal society that followed the Second World War the real aberration?
Walter Scheidel: When we view history over the long run, we can see that this experience was certainly a novelty. We now know that modernisation as such does not reliably reduce inequality. Many things had to come together to make this happen, such as very high income and estate taxes, strong labour unions, and intrusive regulations and controls. Since the 1980s, liberalisation and globalisation have allowed inequality to rise again. Even so, wealth concentration in Europe is nowhere near as high as it was a century ago. Like Europe, America, meanwhile, is getting there — which shows that it all depends on where you look.
3. The Economist: How do artificial intelligence and automation fit in to your thinking? Will they be a calamity for employment and thus for equality? Or might they unleash extraordinary productivity and improvements in living standards that actually narrow inequality?
Walter Scheidel: Ideally, we would like education to keep up with technological change to make sure workers have the skills they need to face this challenge. But in practice, there will always be losers, and even basic-income schemes can take us only so far. At the end of the day, someone owns the robots. As long as the capitalist world system is in place, it is hard to see how even huge productivity gains from greater automation would benefit society evenly instead of funnelling even more income and wealth to those who are in the best position to pocket these gains.

(The Economist. http://bit.do/eysic. Adaptado)

According to Walter Scheidel’s answer to the first question - FGV 2019

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Introduction
In an age of widening inequality, the Stanford professor Walter Scheidel believes he has cracked the code on how to overcome it in his book “The Great Leveler”. The Economist’s Open Future initiative asked Mr Scheidel to reply to a number of questions.
1. The Economist: Is society incapable of tackling income inequality peacefully?
Walter Scheidel: No, but history shows that there are limits. There is a big difference between maintaining existing arrangements that successfully check inequality — Scandinavia is a good example — and significantly reducing it. The latter requires real change and that is always much harder to do: think of America or Britain, not to mention Brazil, China or India. The modern welfare state does a reasonably good job of compensating for inequality before taxes and transfers. However, for more substantial levelling to occur, the established order needs to be shaken up: the greater the shock to the system, the easier it becomes to reduce privilege at the top.
2. The Economist: Are we really living in an implacable period of wealth inequality — or was the relatively equal society that followed the Second World War the real aberration?
Walter Scheidel: When we view history over the long run, we can see that this experience was certainly a novelty. We now know that modernisation as such does not reliably reduce inequality. Many things had to come together to make this happen, such as very high income and estate taxes, strong labour unions, and intrusive regulations and controls. Since the 1980s, liberalisation and globalisation have allowed inequality to rise again. Even so, wealth concentration in Europe is nowhere near as high as it was a century ago. Like Europe, America, meanwhile, is getting there — which shows that it all depends on where you look.
3. The Economist: How do artificial intelligence and automation fit in to your thinking? Will they be a calamity for employment and thus for equality? Or might they unleash extraordinary productivity and improvements in living standards that actually narrow inequality?
Walter Scheidel: Ideally, we would like education to keep up with technological change to make sure workers have the skills they need to face this challenge. But in practice, there will always be losers, and even basic-income schemes can take us only so far. At the end of the day, someone owns the robots. As long as the capitalist world system is in place, it is hard to see how even huge productivity gains from greater automation would benefit society evenly instead of funnelling even more income and wealth to those who are in the best position to pocket these gains.

(The Economist. http://bit.do/eysic. Adaptado)

In Walter Scheidel’s answer to the first question, he a) - FGV 2019

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In an age of widening inequality, the Stanford professor Walter Scheidel believes he has cracked the code on how to overcome it in his book “The Great Leveler”. The Economist’s Open Future initiative asked Mr Scheidel to reply to a number of questions.
1. The Economist: Is society incapable of tackling income inequality peacefully?
Walter Scheidel: No, but history shows that there are limits. There is a big difference between maintaining existing arrangements that successfully check inequality — Scandinavia is a good example — and significantly reducing it. The latter requires real change and that is always much harder to do: think of America or Britain, not to mention Brazil, China or India. The modern welfare state does a reasonably good job of compensating for inequality before taxes and transfers. However, for more substantial levelling to occur, the established order needs to be shaken up: the greater the shock to the system, the easier it becomes to reduce privilege at the top.
2. The Economist: Are we really living in an implacable period of wealth inequality — or was the relatively equal society that followed the Second World War the real aberration?
Walter Scheidel: When we view history over the long run, we can see that this experience was certainly a novelty. We now know that modernisation as such does not reliably reduce inequality. Many things had to come together to make this happen, such as very high income and estate taxes, strong labour unions, and intrusive regulations and controls. Since the 1980s, liberalisation and globalisation have allowed inequality to rise again. Even so, wealth concentration in Europe is nowhere near as high as it was a century ago. Like Europe, America, meanwhile, is getting there — which shows that it all depends on where you look.
3. The Economist: How do artificial intelligence and automation fit in to your thinking? Will they be a calamity for employment and thus for equality? Or might they unleash extraordinary productivity and improvements in living standards that actually narrow inequality?
Walter Scheidel: Ideally, we would like education to keep up with technological change to make sure workers have the skills they need to face this challenge. But in practice, there will always be losers, and even basic-income schemes can take us only so far. At the end of the day, someone owns the robots. As long as the capitalist world system is in place, it is hard to see how even huge productivity gains from greater automation would benefit society evenly instead of funnelling even more income and wealth to those who are in the best position to pocket these gains.

(The Economist. http://bit.do/eysic. Adaptado)

In the excerpt from the introduction “Walter Scheidel - FGV 2019

Inglês - 2019

How to fix inequality

Questão 76 - FGV 2019

Introduction
In an age of widening inequality, the Stanford professor Walter Scheidel believes he has cracked the code on how to overcome it in his book “The Great Leveler”. The Economist’s Open Future initiative asked Mr Scheidel to reply to a number of questions.
1. The Economist: Is society incapable of tackling income inequality peacefully?
Walter Scheidel: No, but history shows that there are limits. There is a big difference between maintaining existing arrangements that successfully check inequality — Scandinavia is a good example — and significantly reducing it. The latter requires real change and that is always much harder to do: think of America or Britain, not to mention Brazil, China or India. The modern welfare state does a reasonably good job of compensating for inequality before taxes and transfers. However, for more substantial levelling to occur, the established order needs to be shaken up: the greater the shock to the system, the easier it becomes to reduce privilege at the top.
2. The Economist: Are we really living in an implacable period of wealth inequality — or was the relatively equal society that followed the Second World War the real aberration?
Walter Scheidel: When we view history over the long run, we can see that this experience was certainly a novelty. We now know that modernisation as such does not reliably reduce inequality. Many things had to come together to make this happen, such as very high income and estate taxes, strong labour unions, and intrusive regulations and controls. Since the 1980s, liberalisation and globalisation have allowed inequality to rise again. Even so, wealth concentration in Europe is nowhere near as high as it was a century ago. Like Europe, America, meanwhile, is getting there — which shows that it all depends on where you look.
3. The Economist: How do artificial intelligence and automation fit in to your thinking? Will they be a calamity for employment and thus for equality? Or might they unleash extraordinary productivity and improvements in living standards that actually narrow inequality?
Walter Scheidel: Ideally, we would like education to keep up with technological change to make sure workers have the skills they need to face this challenge. But in practice, there will always be losers, and even basic-income schemes can take us only so far. At the end of the day, someone owns the robots. As long as the capitalist world system is in place, it is hard to see how even huge productivity gains from greater automation would benefit society evenly instead of funnelling even more income and wealth to those who are in the best position to pocket these gains.

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The text intends to a) show that economic inequality may be - FGV 2019

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In an age of widening inequality, the Stanford professor Walter Scheidel believes he has cracked the code on how to overcome it in his book “The Great Leveler”. The Economist’s Open Future initiative asked Mr Scheidel to reply to a number of questions.
1. The Economist: Is society incapable of tackling income inequality peacefully?
Walter Scheidel: No, but history shows that there are limits. There is a big difference between maintaining existing arrangements that successfully check inequality — Scandinavia is a good example — and significantly reducing it. The latter requires real change and that is always much harder to do: think of America or Britain, not to mention Brazil, China or India. The modern welfare state does a reasonably good job of compensating for inequality before taxes and transfers. However, for more substantial levelling to occur, the established order needs to be shaken up: the greater the shock to the system, the easier it becomes to reduce privilege at the top.
2. The Economist: Are we really living in an implacable period of wealth inequality — or was the relatively equal society that followed the Second World War the real aberration?
Walter Scheidel: When we view history over the long run, we can see that this experience was certainly a novelty. We now know that modernisation as such does not reliably reduce inequality. Many things had to come together to make this happen, such as very high income and estate taxes, strong labour unions, and intrusive regulations and controls. Since the 1980s, liberalisation and globalisation have allowed inequality to rise again. Even so, wealth concentration in Europe is nowhere near as high as it was a century ago. Like Europe, America, meanwhile, is getting there — which shows that it all depends on where you look.
3. The Economist: How do artificial intelligence and automation fit in to your thinking? Will they be a calamity for employment and thus for equality? Or might they unleash extraordinary productivity and improvements in living standards that actually narrow inequality?
Walter Scheidel: Ideally, we would like education to keep up with technological change to make sure workers have the skills they need to face this challenge. But in practice, there will always be losers, and even basic-income schemes can take us only so far. At the end of the day, someone owns the robots. As long as the capitalist world system is in place, it is hard to see how even huge productivity gains from greater automation would benefit society evenly instead of funnelling even more income and wealth to those who are in the best position to pocket these gains.

(The Economist. http://bit.do/eysic. Adaptado)

Leia o excerto. O presidente dos Estados Unidos, Donald - FGV 2019

Geografia - 2019

Leia o excerto.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira a saída de seu país do Acordo de Paris sobre mudanças climáticas, mas prometeu negociar um retorno ou um novo acordo climático em termos que considere mais justos para os americanos. Ele disse que o atual documento traz desvantagens aos EUA para beneficiar outros países, e prometeu interromper a implementação de tudo que for legalmente possível imediatamente.

Observe o gráfico que apresenta o comportamento do PIB - FGV 2019

Geografia - 2019

Observe o gráfico que apresenta o comportamento do PIB brasileiro desde 2014.

Questão 74 - FGV 2019

A figura mostra diferentes situações de relevo que influem - FGV 2019

Geografia - 2019

Observe a imagem.

Questão 73 - FGV 2019

Documento base de orientação política de desenvolvimento - FGV 2019

Geografia - 2019

Documento base de orientação política de desenvolvimento dos municípios brasileiros. Está previsto na Lei n.° 10.257/01. É ideal para que uma cidade cresça de maneira equilibrada, com definições prévias acerca das prioridades do município e das destinações de uso de seu território.

Leia o poema. O camponês cuida do seu campo Trata bem de se - FGV 2019

Geografia - 2019

Leia o poema.

O camponês cuida do seu campo
Trata bem de seu gado, paga impostos
Faz filhos para poupar trabalhadores
E depende do preço do leite.
Os da cidade falam do amor à terra
Da saudável linhagem camponesa
Que o camponês é o alicerce da nação.

Observe a sequência de imagens para responder à questão. - FGV 2019

Geografia - 2019

Observe a sequência de imagens para responder à questão.

Questão 70 - FGV 2019

O conceito dos Brics, baseado na crença de que o grupo - FGV 2019

Geografia - 2019

O conceito dos Brics, baseado na crença de que o grupo composto por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul alimentaria uma onda irreversível de crescimento econômico liderado pelos mercados emergentes, que dominou o cenário por mais de uma década, sofreu uma forte recessão nos últimos quatro anos. Em seu lugar, os gestores de fundos de mercados emergentes encontraram um substituto – os Ticks: Taiwan, Índia, China e Coreia do Sul.

Leia o excerto. “Viva o carro elétrico!”, proclamou Carlos - FGV 2019

Geografia - 2019

Leia o excerto.
“Viva o carro elétrico!”, proclamou Carlos Ghosn, presidente do grupo Renault, em 2009. “Rodar de graça para sempre, utilizando raios de sol”, completou Elon Musk, presidente do grupo norte-americano Tesla, em 2013. Na China, o primeiro ministro Li Keqiang elogia a chegada de novos veículos como forma de fortalecer o crescimento econômico e proteger o meio ambiente”.

Leia o texto e analise o gráfico. No dia 09 de março de - FGV 2019

Geografia - 2019

Leia o texto e analise o gráfico.
No dia 09 de março de 2018, a Lei no 13.104/15 completou três anos desde sua promulgação. Conhecida como a Lei do Feminicídio, ela torna o homicídio de mulheres um crime hediondo quando envolve violência doméstica e familiar e menosprezo ou discriminação à condição de mulher.

Questão 67 - FGV 2019

O saldo de mortes provocadas pelas enchentes que atingem - FGV 2019

Geografia - 2019

O saldo de mortes provocadas pelas enchentes que atingem Índia, Bangladesh e Nepal superou 1200 pessoas. Os três países sofrem enchentes frequentes durante as chuvas de monções (de junho a setembro), mas as agências internacionais de auxílio dizem que neste ano a situação é pior — milhares de vilarejos estão isolados e as pessoas estão sem comida e água limpa há dias.

Um avião se desloca da cidade de Goiânia (GO) para a cidade - FGV 2019

Geografia - 2019

Questão 65 - FGV 2019

A China é relativamente uma recém-chegada no continente - FGV 2019

Geografia - 2019

A China é relativamente uma recém-chegada no continente africano. Mas desenvolveu um plano agressivo de investimento e comércio com grandes projetos de infraestrutura e cooperação econômica, em especial na África Subsaariana, formada por 47 dos 54 países do continente.

Graças aos progressos da ciência e da técnica e à - FGV 2019

Geografia - 2019

Graças aos progressos da ciência e da técnica e à circulação acelerada de informações, geram-se as condições materiais e imateriais para aumentar a especialização do trabalho dos lugares. Cada ponto do território brasileiro modernizado é chamado a oferecer aptidões específicas à produção. É uma nova divisão territorial, fundada na ocupação de áreas até então periféricas e na remodelação de regiões já ocupadas.

Os dirigentes de cinco países costeiros ao Mar Cáspio - FGV 2019

Geografia - 2019

Os dirigentes de cinco países costeiros ao Mar Cáspio assinaram, neste domingo (12.08.2018), uma convenção pioneira, regulando o acesso e uso daquela extensão de água. A cerimônia reunindo Irã, Rússia, Azerbaijão, Cazaquistão e Turcomenistão transcorreu na cidade litorânea cazaque de Aktau.

A partir da leitura do mapa, é correto afirmar que o tipo - FGV 2019

Geografia - 2019

Observe a imagem.

Questão 61 - FGV 2019

O processo de democratização brasileiro teve traços - FGV 2019

História - 2019

O processo de democratização brasileiro teve traços peculiares. Tratou-se do caso mais longo de transição democrática: um processo lento e gradual de liberalização, em que se transcorreram 11 anos para que os civis retomassem o poder e outros cinco anos para que o presidente da República fosse eleito por voto popular. Para propósito analítico, pode-se dividir este processo em três fases. A primeira, de 1974 a 1982 [...].

[...] apesar de que a radicalização estudantil tenha - FGV 2019

História - 2019

[...] apesar de que a radicalização estudantil tenha começado por ter atacado os exames, ela era portadora de uma crítica política da sociedade. [...] O caráter verdadeiramente moderno da revolta estudantil é sua significação antiautoritária.
[...] Sua primeira audácia é ter tomado um caminho diferente daquele que retomam indefinidamente partidos, sindicatos e grupúsculos. Trata-se da ação direta e exemplar que recusa ao mesmo tempo a tutela das organizações e das autoridades estabelecidas.

Apesar da postura antissemita do governo brasileiro, - FGV 2019

História - 2019

Apesar da postura antissemita do governo brasileiro, imigrantes conseguiam entrar no Brasil com a ajuda das associações judaicas nacionais e internacionais. Por intermédio de líderes comunitários, essas entidades se valiam das brechas na Constituição de 1934, mantidas pela Constituição de 1937.

O governo da Espanha aprovou, nesta sexta-feira (24), um - FGV 2019

História - 2019

O governo da Espanha aprovou, nesta sexta-feira (24), um decreto que permite a exumação dos restos mortais do ditador Francisco Franco, com o objetivo de que seu mausoléu se transforme em um memorial para as vítimas da Guerra Civil Espanhola.
O assunto provoca divergências políticas no país, e a decisão foi criticada pela família de Franco e pela oposição.

Crise de 1929 – A depressão que afetou a economia mundial - FGV 2019

História - 2019

Crise de 1929 – A depressão que afetou a economia mundial entre 1929 e 1934 foi a mais longa e profunda recessão econômica já experimentada até hoje. Ela se anunciou, ainda em 1928, por uma queda generalizada nos preços agrícolas internacionais. Mas o fator mais marcante foi a crise financeira detonada pela quebra da Bolsa de Nova Iorque. Desde 1927, a economia norte-americana vinha experimentando um boom artifi - cial, alimentado por grandes movimentos especulativos nas bolsas e pela supervalorização de ações sem a cobertura adequada.

Considere a tabela a seguir Os dados, dentro do contexto do - FGV 2019

História - 2019

Considere a tabela a seguir.

Questão 54 - FGV 2019

Os homens que lideraram o processo nacional de - FGV 2019

História - 2019

Os homens que lideraram o processo nacional de independência política na América Latina estavam imbuídos do ideário burguês como justificativa de seus atos.

Leia os textos. Texto I Malthus [em 1798] expôs isto com a - FGV 2019

História - 2019

Leia os textos.

Texto I

Malthus [em 1798] expôs isto com a fórmula de que a população tendia a crescer em progressão geométrica enquanto que as subsistências só aumentavam em progressão aritmética. Havia dois freios para impedir o excesso de população: os positivos e os preventivos. Os primeiros eram todos os que aumentavam o coeficiente de mortalidade, tais como as fomes e as guerras; os segundos, os que diminuíam o coeficiente de natalidade, eram o vício e a repressão moral.

(Eric Roll, História das doutrinas econômicas)

Texto II

O valor de uma mercadoria é determinado pela quantidade total de trabalho nela encerrada. Mas parte dessa quantidade de trabalho é realizada num valor, pelo qual foi pago um equivalente na forma de salário; parte dela é realizada num valor cujo equivalente não foi pago. Parte do trabalho encerrado na mercadoria é trabalho pago; parte, é trabalho não pago. Vendendo a mercadoria pelo seu valor, ou seja, pela cristalização da quantidade total do trabalho nela empenhado, o capitalista a está necessariamente vendendo com lucro.

No dia 16 de fevereiro de 1796, dona Francisca da Silva de - FGV 2019

História - 2019

No dia 16 de fevereiro de 1796, dona Francisca da Silva de Oliveira morria em sua casa, no arraial do Tejuco. Não era mais uma escrava parda sem nada de seu, mas uma senhora de “grossa casa”, como se dizia, possuidora de imóveis e de escravos. O reconhecimento social ficou patente no sepultamento: ela foi enterrada na tumba número 16, no interior da igreja da Irmandade de São Francisco de Assis, que congregava a elite branca local. [...] Nesse mesmo ano de 1796, cumprindo-se seu desejo, foram celebradas quarenta missas por sua alma na igreja das Mercês. A reconstrução da história de Chica da Silva com base em novos documentos lança luz sobre o tempo em que viveu e os significados de sua trajetória. Assim como outras ex-escravas, Chica alcançou a liberdade.

A seguir, um excerto de uma entrevista com o historiador - FGV 2019

História - 2019

A seguir, um excerto de uma entrevista com o historiador Luiz Felipe de Alencastro.

Depois do período filipino, a Espanha pressionou o papa para não reconhecer o Portugal dos Bragança, e aquilo se arrastou até 1669. Bispos morriam e não eram renovados, dioceses ficavam abandonadas. Na reorganização, fizeram uma nova diocese no Maranhão, e ela dependia do arcebispado de Lisboa. Criaram o arcebispado da Bahia, e ele tinha autoridade sobre a diocese de Luanda. Os cardeais, os bispos, os mon senhores, que tinham na época a maior rede diplomática do mundo, conheciam a realidade dos territórios e dos espaços marítimos.

O país que não tem minas próprias deve, sem dúvida, obter - FGV 2019

História - 2019

O país que não tem minas próprias deve, sem dúvida, obter seu ouro e prata dos países estrangeiros, tal como o país que não tem vinhas precisa obter o seu vinho. Não parece necessário, porém, que a atenção do governo se deva voltar mais para um problema do que para outro. O país que tiver meios para comprar vinhos terá sempre o vinho que desejar; e o país que tiver meios de comprar ouro e prata terá sempre abundância desses metais. Eles são comprados por determinado preço, como todas as outras mercadorias. [...]
O monopólio do comércio da colônia, portanto, com todos os outros expedientes mesquinhos e malignos do sistema mercantilista, deprime a indústria de todos os outros países, mas principalmente a das colônias, sem que aumente em nada – pelo contrário, diminui – a indústria do país em cujo benefício é adotado.

Vivendo num mundo agrícola, em que se percebe - FGV 2019

História - 2019

Vivendo num mundo agrícola, em que se percebe cotidianamente como alguns seres precisam morrer para que outros possam viver, convivendo com a constante ameaça da fome, das epidemias e das guerras, os medievais sentiam a onipresença da morte, mas isso não os incomodava. Eles tinham dela uma visão natural, tranquila, diferente da de seus descendentes dos séculos seguintes.

Entre 1100 e 1500, a África foi um parceiro privilegiado na - FGV 2019

História - 2019

Entre 1100 e 1500, a África foi um parceiro privilegiado nas relações intercontinentais do Velho Mundo. Tanto através do Mediterrâneo como através do oceano Índico, um comércio intenso, mais frequentemente intermediado pelos muçulmanos, ligava a Europa e a Ásia ao continente africano. Deve-se enfatizar que vários tipos de comércio organizado no interior da África já existiam desde a pré-história. [...] Parece que no plano econômico e comercial a África estava em plena expansão nos séculos XIV e XV [...]. Grandes correntes de intercâmbios culturais atraves saram o continente em todas as direções, confundindo-se por vezes com as correntes de comércio. Não havia mais regiões isoladas [...].

Leia o texto. Aos 7 anos: deixava sua família para iniciar - FGV 2019

História - 2019

Leia o texto.
Aos 7 anos: deixava sua família para iniciar a educação militar.
Aos 20: era admitido num grupo de outros guerreiros; a participação era obrigatória.
Aos 30: ganhava poder de voto na Apela, assembleia militar que indicava o conselho dos anciãos.
A partir dos 60: se fosse um membro da aristocracia, podia ser indicado para o conselho de anciãos, a Gerúsia.

Especificidade viral é definida como a capacidade de - FGV 2019

Biologia - 2019

Especificidade viral é definida como a capacidade de infecção parasitária de um vírus com relação à diversidade de suas células-alvo. O vírus HIV apresenta especificidade com relação aos leucócitos, já o vírus da raiva é específico quanto à infecção de neurônios de mamíferos de forma geral.

Determinados materiais didáticos citam o caramujo - FGV 2019

Biologia - 2019

Determinados materiais didáticos citam o caramujo planorbídeo, Biomphalaria glabrata, como o transmissor da esquistossomose, doença conhecida popularmente como barriga d’água.

Uma população numerosa pode ampliar seu habitat e, assim, o - FGV 2019

Biologia - 2019

Uma população numerosa pode ampliar seu habitat e, assim, ocupar novos ambientes, caracterizados por diferentes fatores de seleção natural. Ao longo de milhares de anos e gerações, é natural que surjam novas espécies, as quais ainda apresentam algumas características em comum, por terem sido originadas a partir de um mesmo grupo ancestral.

Louis Pasteur foi o pesquisador que demonstrou, por meio - FGV 2019

Biologia - 2019

Louis Pasteur foi o pesquisador que demonstrou, por meio de experimentos científicos, que um ser vivo só poderia surgir a partir de outro ser vivo, derrubando, assim, a teoria da abiogênese. Contudo, no método científico, as perguntas sucedem-se e são formuladas imediatamente, a cada nova resposta obtida.

O milho cultivado em larga escala no Brasil é denominado de - FGV 2019

Biologia - 2019

O milho cultivado em larga escala no Brasil é denominado de milho (Bt) em decorrência da introdução de genes específicos da bactéria de solo, Bacillus thuringiensis (Bt), que promovem na planta a síntese de uma proteína tóxica específica para determinados grupos de insetos.
A bactéria Bacillus thuringiesis possui em seu genoma uma classe de genes chamados cry, que produz na sua célula proteínas tóxicas que atuam entre os receptores no intestino médio do inseto, levando-o à morte por dificuldade de alimentação e infecção generalizada.

Uma determinada doença genética, indicada pelos símbolos - FGV 2019

Biologia - 2019

Uma determinada doença genética, indicada pelos símbolos preenchidos (II-3 e IV-1), apresenta o seguinte padrão de hereditariedade não autossômico.

Questão 40 - FGV 2019

As cobras-do-milho, Pantherophis sp, apresentam a - FGV 2019

Biologia - 2019

As cobras-do-milho, Pantherophis sp, apresentam a pigmentação da pele decorrente da atividade de dois pares de alelos autossômicos com segregação independente. O alelo A é responsável pela produção de pigmentação preta. O alelo B é responsável pela produção de pigmentação laranja. Os alelos a e b são recessivos e inativos, ou seja, não produzem nenhuma pigmentação.
Repetidos cruzamentos entre um macho todo preto e uma fêmea toda laranja geraram apenas descendentes cuja pigmentação era preta e laranja ao mesmo tempo.

A preservação dos ecossistemas é fundamental para o - FGV 2019

Biologia - 2019

A preservação dos ecossistemas é fundamental para o equilíbrio ambiental. As paisagens naturais da Região Sudeste do Brasil apresentam atualmente, em vez de grandes áreas florestadas, pequenos fragmentos florestais dispersos, o que pode levar inúmeras espécies vegetais e animais à extinção.

As relações ecológicas são classificadas como harmônicas ou - FGV 2019

Biologia - 2019

As relações ecológicas são classificadas como harmônicas ou desarmônicas, em decorrência do prejuízo que pode, ou não, ocorrer entre os seres vivos participantes da relação.

A figura ilustra o início da formação da urina em um - FGV 2019

Biologia - 2019

A figura ilustra o início da formação da urina em um néfron humano. Os algarismos indicam os processos fisiológicos responsáveis pela diurese.

Questão 36 - FGV 2019